Faz algum tempo que referi neste espaço a questão das acessibilidades ao mosteiro. Uma postagem que gerou comentários de muita sensibilidade para o tema. Porque é difícil a qualquer pessoa com handicaps aceder ao monumento em condições normais. Sei que as acessibilidades são um tema muito controverso e polémico entre museólogos e arquitectos (deficientes... que tipo de deficientes... coxos, cegos? chão polido, rampa chão sem sê-lo), a controvérsia é grande e a discussão não é nada pacifica. Mas entretanto para os deficientes não ficarem à espera da decisão, que pode demorar anos, podiam-se diminuir as dificuldades a eles e pessoas em cadeiras de rodas, idosos, crianças e bebés em carrinho, que entretanto se desloquem ao mosteiro de Alcobaça para visita-lo.
um espaço aberto para comentar a Arte, a Cultura e o Património da Região de Alcobaça: tanto no passado como no presente e actualidades .
quarta-feira, agosto 22, 2007
ACESSIBILIDADES AO MOSTEIRO:CARRINHOS DE BÉBÉ
Faz algum tempo que referi neste espaço a questão das acessibilidades ao mosteiro. Uma postagem que gerou comentários de muita sensibilidade para o tema. Porque é difícil a qualquer pessoa com handicaps aceder ao monumento em condições normais. Sei que as acessibilidades são um tema muito controverso e polémico entre museólogos e arquitectos (deficientes... que tipo de deficientes... coxos, cegos? chão polido, rampa chão sem sê-lo), a controvérsia é grande e a discussão não é nada pacifica. Mas entretanto para os deficientes não ficarem à espera da decisão, que pode demorar anos, podiam-se diminuir as dificuldades a eles e pessoas em cadeiras de rodas, idosos, crianças e bebés em carrinho, que entretanto se desloquem ao mosteiro de Alcobaça para visita-lo.
A DESCOBERTA DO JORGE CASAL
Não especulem mais sobre quem seja o homem da sanita. Eu já descobri: é o Grande Pensador Gonçalves Sapinho. É o mesmo que figura um pouco antes como aguadeiro, de chapeu mexicano (?) e com uns tachos dependurados ao pescoço para dar de beber aos cameleiros no deserto. Já chegou a uma descoberta fantástica: «Há pouca estatuária em Alcobaça». Quando era aguadeiro do deserto, já lhe fazia espécie que não houvesse por lá fontes, rios, cascatas e lagos com peixinhos, sapinhos e outros bichinhos (se houvesse, já não era preciso ir buscar água tão longe, uma trabalheira!). E fazia esta analogia: «Tal como não há estátuas em Alcobaça assim não há água no deserto».Depois, na aposição de Buda, reflectia: «No deserto só há saibro. Ora, um deserto com rios, cascatas, peixinhos e sapinhos seria muito mais bonito, uma atracção turística». Um belo dia tirou o chapeu, despiu-se dos seus atavios de beduino, sentou-se na sanita e, como Pensador que é, adoptou a verdadeira posição do Pensador de Rodin. Foi então que teve esta sublime iluminação: «As coisas só estão bem como Deus as fez. Não há nada melhor do que o deserto: vazio, solidão, estagnação, pasmaceira. Deus lá sabe porquê. Nos seus altos desígnios, Deus entendeu que é muito mais fácil dominar um deserto do que um mundo vivaço, buliçoso, mutante, exigente» Depois pôs-se a desafiar aqueles que pensam que também pensam (são uns idiotas!): «Alcobaça é um deserto? Morre-se de pasmo em Alcobaça? Pois eu, Grande Pensador do Deserto, até digo: Viva o deserto! O deserto é o meu mundo! O meu ganha-pão!. Quem não está bem mude-se!» E, nisto, levantou-se da sanita e, como quem levanta um troféu, fez chocalhar os tachos que trazia ao pescoço e com que dá de beber (de comer, e muito mais coisas) aos cameleiros seus acólitos (ou coristas?). É por isso que, em compensação, os acólitos levam o Grande-Buda-Pensador num andor a dar uma volta pelas feiras (também viram essa?). Ora, e digo só mais isto: é desta intensa actividade pensante do Grande Pensador que deriva a sigla PSD: Pensador da Sanita do Deserto.
Ps. Esta postagem deriva de um comentário bem humorado deixado na postagem anterior pelo meu amigo Jorge Casal. Ele, tal como eu, nutre um grande amor por Alcobaça e não deixou de se associar à diversão contra os encantadores de serpentes que se nutrem dela.
domingo, agosto 19, 2007
"SIGAM PÁ FEIRA"

Apesar da má cara dos transportadores (dalguns), lá acatam as ordens como obedientes "bobyes" carregando o peso da subserviência.
quinta-feira, agosto 16, 2007
CROMOS E POLITICAS DE MERDA


Chão encharcado de água e urina que tresanda e é escorregadio.
Do lado das WC das senhoras o espectáculo não é melhor: casa de banho sem categoria e nivel, paredes salpicadas de sujidade e sem espelhos, ambiente com cheiros, espaço insonorizado o chão com buracos e humidade, antigo balde de tinta usado como papeleira.
Admira-me, que por norma,os jornais locais façam noticias de quem parece possuir sinais de demência ; ou de alguém que nada faz e disso consegue fazer render noticias para afirmar precisamente o contrário! ou Noticias de entrevistados para despejarem puerilidades nos leitores, como se estes fossem mentecaptos ou simples receptores de vacuidades . E isto acontece tanto à direita como à esquerda! Estranha-me como a imprensa local não se interesse em noticiar os verdadeiros males que a terra enferma, parecendo com a actitude que toma, querer contribuir para o seu definhamento ...de facto a imprensa esta a fazer um rico serviço à comunidade!
Numa terra que se quer insinuar como túristica, o que se passa com as casas de banho públicas é mais uma das muitas vergonhas existentes nesta terra e no concelho e que a todos faz corar. Não se pode descer tão baixo: a irresponsabilidade tomou conta de Alcobaça!
Vejam o que diz o outro sr. Cromo que é o sr. presidente da Camara. (uma selecção)
“ Há quem diga que eu ia para Lisboa a telefonar. Confesso, não tenho problema. Ou ia a dormir ou a telefonar, para tratar de assuntos ou para as sete maravilha"” Gonçalo Sapinho in revista distribuída com o Região Cister desta semana.
““ Vou de Alcobaça até Lisboa, todo o caminho a votar ao telefone” José Gonçalves Sapinho, presidente da CM Alcobaça, a propósito da eleição das 7 maravilhas. In Região de Cister 24/5/2007 .

Pelo extracto da entrevista desta semana , ficamos a saber que o carro pago por todos nós serve também de "wagon lit", para o presidente dormir... Será que o presidente, um chefe, vai mesmo dormir para o local de trabalho? ...A presidência da C.M. de Alcobaça é de facto uma rica chupêta !

Ps. Há casas de banho de cafés, em frente ao mosteiro e pela povoação que não sei se resistiriam a uma fiscalização do (a) delegado (a) de saúde.
COM O TEMA DAS CASAS DE BANHO, MAIS UMA VEZ FICA PATENTE O CARACTER DESTE PRESIDENTE: UM EGOLATRA DOENTIO E UM PUSILÂNIME . QUANDO É PARA TER LUZES E "GRANGEAR LOUROS" APARECE NA PRIMEIRA PESSOA, QUANDO É PARA DESCULPAR-SE SOBRE A ANARQUIA DA SUA (DES)GOVERNAÇÃO FOGE, NÃO ASSUME, MANDA OS POBRES LACAIOS DAREM A CARA...QUE CARÁCTER TEM ESTE CAVALHEIRO E QUE GENEROSIDADE E APETÊNCIA TÊM OS LACAIOS PARA FAZER O RIDICULO !
Bom fim de semana a todas e todos.
terça-feira, agosto 14, 2007
"AULAS DE CORTE E CONFECÇÃO: COMO ELABORAR INIMIGOS À MEDIDA"

“Muitos dos grande negócios promovem o crime e do crime vivem.




sexta-feira, agosto 10, 2007
"SOCIEDADE DO ESPECTÁCULO"
PS. BOM FIM DE SEMANA A TODAS (OS) E A QUEM ESTA DE FERIAS AS MAIORES FELICIDADES PARA DESFRUTA-LAS.
quarta-feira, agosto 01, 2007
TRAGÉDIA NO SILVAL

A minha aldeia era um pequeno lugar muito acolhedor que tinha como característica um idioma que se falava com o coração, apesar de ter muitas palavras e serem diferentes entre si todas eram sinónimas de Liberdade, Igualdade e Fraternidade, não é que fosse limitado o seu léxico ou o seu sistema de convivência social. A razão era que todos estavam unidos entre si como que por uma corda e o que acontecesse a um, invariavelmente influía nos outros. Socialmente organizavam-se deste modo: Todas as mulheres da minha aldeia eram minhas mães e mães das outras crianças e todos os homens eram meus pais e pais de todas as outras crianças. Todas as crianças eram minhas irmãs e filhos de meu pai e da minha mãe e de todos os homens e mulheres da minha aldeia. Como os nossos pais e os nossos avós já tinham tido esta cultura fraterna eram os depositários da sua transmissão, por isso todos estávamos irmanados como numa família e se algum faltasse, todos sentíamos a sua ausência ou esperávamos com alegria a sua chegada. A partida definitiva de qualquer, pequeno ou grande, afectava a todos de forma muito forte. Era assim a razão de existir naquele pequeno lugar, que era a minha aldeia. Por contraste só na cidade compreendi os seus ensinamentos, e como era diferente aquele idioma que se falava com o coração, onde as palavras coincidiam com o seu significado tal como vêm nos dicionários. É o que sinto hoje com a tragédia que ocorreu no Silval onde uma criancinha, neta dos meus amigos de infância a Natividade Rouxo e o António Querido faleceu num acidente. Neste momento particularmente difícil para eles e sobretudo para a filha e o genro que perderam o filho, expresso o meu mais veemente sentir e recordo a minha aldeia que transporto no coração e a vossa dor que é também minha e me faz igualmente sangrar a alma e o coração.
quarta-feira, julho 25, 2007
XIXI E DESENVOLVIMENTO LOCAL

sábado, julho 21, 2007
EPISCOLÂNDIA

Estupefacta. Desconcertada. Decepcionada, poderia acrescentar. Não compreendo a Conferência Episcopal deste nosso país (quero dizer que não é só deles). Tinham outra ocasião de sair para a rua para manifestar a sua iracunda (mistura de santa indignação e reaccionarismo), e pelo que parece, estão a desaproveitá-la. Sinto-me decepcionada.
É que já os estava a visualizar, como se diz agora, todos juntos, indo de Sol a Génova, (ou aonde lhes parecer melhor exibir as suas mensagens), levantando cartazes com slogans parecidos a estes: “Não à persecução dos padres pederastas de Los Angeles”, “Basta de relatar maus tratos sexuais tapados pelos bispos”, “Devolvam ás Suas Eminências os 478 milhões de euros que lhes tiraram de indemnização”, “Abaixo os meninos provocativos e as meninas indecentes”, “Nós consagramos, nós ocultamos”, “O meu corpo é meu”, A sacra Pederastia unida nunca será vencida” e “Voltarei e serei milhões”. Gosto particularmente deste último porque, embora pareça uma frase pronunciada por Che Guevara como premonição da sua actual abundância de efígies, a sua autora foi Eva Perón, desdenhada pelo Vaticano por ter sido actriz e mulher de costumes alegres.
Pareço-lhes brutal? Pois nem a décima parte do brutal que poderia ser cada vez que penso na Ingerência Episcopal. Mas consigo conter-me.
Se não me contivesse ia perguntar-lhes, por exemplo, porque levantam tanto a voz para proteger as crianças deste país contra uma educação cidadã dada nas escolas; e porque se calam tanto quando se descobrem casos de abusos sexuais perpetrados por sacerdotes nos colégios e paróquias. Dir-lhes-ia: Vocês são mesmo distraídos. O pio frenesi cega-lhes os olhos. Não compreendem que uns meninos que crescem no erro (a ética), são muito mais provocadores para a sodomia, e umas meninas educadas na aberração (os direitos e os deveres), resultam irresistíveis?
Mas não vou ser tão brutal, porque é uma atitude imprópria de mim. Assim que vamos continuar com o tema da manifestação pró-clero pederasta de Los Angeles.
Têm o tempo justo para a preparar de aqui até sábado. Maruja Torres
quinta-feira, julho 19, 2007
QUANDO É QUE ALCOBAÇA DESPERTA?
(...) se o Mosteiro, como antigo centro de prestigio, é repulsivo, as actividades nos sectores de capilaridades ou são estritamente locais (e não permitem assegurar a continuidade dos actuais níveis de rendimento) ou são centrifugas (e tendem a transferir-se para fora do concelho, podendo mesmo assumir manifestações de segmentação desta divisão administrativa na expectativa de conseguirem maior relevância se estiverem integradas noutro concelho).
Sem iniciativas que alterem estas tendências fortes – e que já tem mais de um século, (...) o futuro de Alcobaça é menos favorável do que o presente, porque mesmo o que existe tenderá a degradar-se por falta de estímulo para a sua renovação. Essa previsão desfavorável acentua-se se também no quadro nacional tiver uma evolução marcada pelos sinais de crise, pois a resultante última destes processos locais e nacionais será a de que não se conseguirá, aproveitar o efeito da mudança que é gerado pela integração do espaço europeu: Por outras palavras, Alcobaça será um ponto isolado no interior de uma periferia, sem atractividade e sem qualificação” In Avaliação Estratégica das Condições de Desenvolvimento do Concelho de Alcobaça. Saer Lda. Edição Câmara Municipal de Alcobaça. Alcobaça 2004. pag. 99 e 100. O estudo foi dirigido pelo antigo ministro da Economia Prof. Hernâni Lopes.
Como Alcobacense perturbam-me os sérios problemas que Alcobaça e a região afrontam mais aqueles que se avizinham e que os partidos (alguns) e os Alcobacenses ( alguns) se deixem narcotizar por (ir)responsáveis e, adoradores de "bezerros de ouro" que andam entre Alcobaça e Lisboa ou vice versa, a brincar com um telemóvel como as crianças irresponsáveis e deslumbradas com o primeiro brinquedo que mexe e toca. Será a brincar que os problemas sérios de Alcobaça se afrontam ? Quando é que Alcobaça desperta e deixa de andar narcotizada com tanto desgoverno bruto?
terça-feira, julho 17, 2007
PRÉMIO MOMENTOS DE EXCELÊNCIA

sábado, julho 14, 2007
SETE MARAVILHAS " CADA TIRO CADA MELRO"
O presidente mantém-se em forma e continua igual a si próprio. Veio visitar as pessoas que o esperavam em frente ao mosteiro para comemorarem a nomeação na lista das 7M nacionais. Em primeiro lugar deve-se de dar os parabéns pelo espectáculo transmitido, desde Portugal para o mundo, em língua inglesa, facto que só por si é revelador de como se defende a cultura linguista indígena. A língua de Camões com esta transmissão urbi et orbi viu-se reforçada nos cinco continentes. Portugal mais uma vez revelou-se e soube impor a máxima de Fernando Pessoa “ a minha pátria é a minha língua”. Apreciei igualmente as manifestações de regozijo das pessoas e ver as bandeiras e símbolos pátrios pendurados nas janelas e varandas de norte a sul a defenderem esta causa num ESPECTÁCULO IMPAR!Ao presidente Sapinho damos-lhe a mais sentida homenagem... e deve-se até propor em assembleia municipal o nome dele para designar futuramente o Rossio de Alcobaça por “Areal Dr. Gonçalves Sapinho” ou outra designação afim. Apesar de saber-mos que ele não tem nada na cabeça e de SER UM VERDADEIRO CATAVENTO, estamos todos de acordo que nos grandes momentos sempre deu a cara pelo concelho e por causas todas elas acertadas e de “alto gabarito”: invejáveis obras de requalificação, universidade de Alcobaça reconhecida em toda a galáxia, ensino superior que faz inveja ao MIT e Harvard, hospitais, privados e públicos onde trabalham os melhores médicos, centros médicos não faltam no concelho, estradas concelhias das mais seguras da Europa, qualidade de vida e meio ambiente das freguesias e aldeias do concelhos a invejar a Suiça. O trabalho está à vista mesmo para os cegos.
Qualquer homenagem que se faça ao nosso rei Midas é bem-vinda porque tudo o que toca produz dinheiro. Vejamos: 150.000 euros (trinta mil contos) para obter uma nomeação quando os outros monumentos apresentados a concurso despenderam, no máximo e ao redor de 15.000 euros aqueles que despenderam. Gastar dez vezes mais, como foi o caso de Alcobaça num monumento que já está na Lista da Unesco, só de um verdadeiro prodígio, cartomante ou descerebrado. Os sinceros PARABÉNS por dobrar o esbanjamento de dinheiros que se verifica ser incomensurável... Se há coisas que este presidente sabe, é defender os altos interesses económicos da Câmara e do concelho como se tem provado tem mesmo verdadeiro pedigree para assunto económicos e os outros.
Devemos IGUALMENTE de dar os PARABÉNS pelo gasto na reconfiguração do Rossio a envolvente ao mosteiro, tão barata que “mentes menores” entenderam o valor adjudicado “ excepcionalmente elevado (cerca de 175€ por m2, (...) um desvio da ordem de 50% face aos valores padrão”. Os materiais são ainda de primeira não necessitam ser substituídos e os pinos metálicos resistentes. Felicitamos também pelas obras do cinema que foram igualmente uma pechincha em termos orçamentais tal como está a ser a designada via cintura interna entre outras.
A semana passada ficamos a saber, que câmara, num ápice movimentou 650.000 mil euros em investimentos; afinal há dinheiro! Por isso a empresa que fez as obras da requalificação na envolvente do mosteiro e outras empreitadas camarárias não deve de processar a câmara por má pagadora, como se ouvia por toda a Alcobaça, porque não o é. Dinheiro sobra e há em fartura a dobrar a triplicar, quadruplicar quintuplicar e por aí fora se for necessário. Será que é proporcional ao grau de proximidade, da empresa, ao presidente da câmara, aos vereadores ou também ao partido que governa? Quem saiba que responda!
Assim em ambiente festivo de “cada tiro cada melro”, vemos o presidente a bailar e dar o “bailarico” habitual à população de Alcobaça, parasitando-a emocionalmente, com afirmações e espectáculo jornalísticos dignos de um verdadeiro cata-vento, que se move unicamente ao sabor das brisas passageiras.
sexta-feira, julho 06, 2007
A UNESCO DEMARCOU-SE

Curiosamente quem leia o Região de Cister desta semana verá numa página do jornal a histeria do concurso, uma “palermice” da qual a própria UNESCO se demarcou, e foi noticiado pela RTP. Mesmo assim a Câmara teve necessidade de fazer uma conferência com algumas “eminências” da “cultura local” para justificar o que não tem justificação e como diz o Região de Cister “ o publico (pouco) agradeceu a lição”. Por nossa parte afirmamos que o folclore de garrafão continua a fazer carreira em terras de CISTER e a ser cumplice do seu atraso. Na página seguinte à noticia referida, a câmara informa dos 500.000 mil euros em investimentos para o concelho; investimentos tardios e necessários, mas que ninguém não sabe se irão realizar-se, com a extravagância como a Camara afirma. E quem esteja atento ao que se passa no concelho, facilmente liga a noticia a manobras de pirotecnia politica para distracção do vulgo e os custos caros e desnecessários da operação 7 maravilhas. Talvez por receio a que o mosteiro não seja eleito e o Sr. Sapinho perca esse momento de exibição “urbi et orbi”, comprado à custa de viagens para Lisboa e a votar, vezes sem conta, pelo telefone.
No meio das extravagancias, será que o senhor Sapinho se esqueceu de ter afirmado que a Câmara tomaria sobre si o custo do centro de saúde de S. Martinho, caso o Estado não realizasse a obra? No meio de tanta contradição apetece-me perguntar: O centro de saude já foi construido ou será que quem dirige os destinos da Câmara e o CONCELHO DE ALCOBAÇA TEM OS PÉS ASSENTES NA TERRA? Ou as prioridades concelho são MESMO A DESGOVERNAÇÃO E A AVENTURA...DESCARADAS ?
terça-feira, julho 03, 2007
O SR. ANTONIO SALVADOR




sábado, junho 30, 2007
UM AMIGO FIEL É UMA ALMA EM DOIS CORPOS (Aristóteles)

BLOG ACTIVISTA

O ECOS E COMENTARIOS foi nomeado Blog Activista, pelo blog MOMENTOS & DOCUMENTOS editado pelo amigo Ludovicus Rex. O criador deste selo, ‘O Moço da Bodega’ do Bodega Cultural . O Blog Bodega Cultural criou o selo “Blog Activista“, que deverá ser livremente oferecido aos blogueiros que lutam por um mundo melhor. Para fazer parte do “Blog Activista” o blogueiro deverá promover e defender:
Cada blogueiro nomeado deverá nomear os blogs que tenham essas características, via e-mail ou nos comentários, não sendo necessário postar as nomeações. Cada blog nomeado deverá citar abaixo do banner, o nome do blogueiro ou do blog que o nomeou.
NOMEAÇÃO SETE MARAVILHAS DA BLOGOESFERA

O blog ECOS E COMENTARIOS foi destinguido com quatro nomeações para as 7 maravilhas da blogoesfera. Duas pelo blog BAOBAB uma pelo blog QUERUBIM PEREGRINO e outra pelo FREYJA.
segunda-feira, junho 25, 2007
VERGONHA PARA O MUNICIPIO E SEU PRESIDENTE
GASTAM-SE MILHARES DE EUROS EM FUTILIDADES COMO MAGIAS MAS AS RUAS PRINCIPAIS de todas as FREGUESIAS do concelho são como a que se vê no vídeo desta postagem. Não oferecem SEGURANÇA para ninguém e são um perigo para IDOSOS, crianças e todo o tipo de PESSOAS COM HANDICAPS. ONDE ESTÁ o sentido comum deste PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE ALCOBAÇA. ONDE ESTÁ A SUA CULTURA DE SOLIDARIEDADE e o seu espírito cristão, como afirma ser. Parece-me que a prioridade da sua bendita cabeça é gastar 150 mil euros em publicidade para eventualmente comprar uns efémeros segundos de passagem na televisão, caso de Alcobaça fique entre as 7 maravilhas de Portugal... SÓ ISSO E NADA MAIS a VACUIDADE e a palermice andam à solta em Alcobaça...Alcobaça parece estar doente SE FOSSE POLÍTICO DA OPOSIÇÃO exigia ver as facturas descriminadas de todos os telefones da Câmara, INCLUINDO OS TELEMÓVEIS e fazia essa mesma exigência ao IPPAR para ver as do mosteiro, desde que abriu o concurso, até que este termine. Para que se tenha noção dos custos desses eventuais segundos de eternidade mediática que terá o Presidente de Alcobaça, pagos com o dinheiro público. NO ENTANTO, dinheiro para terminar as casas de banho públicas em frente ao mosteiro não há. Dinheiro para fazer as casas de banho no mosteiro também não... Será que estamos numa terra orientada por malucos?
sexta-feira, junho 22, 2007
"HÁ MINÚSCULAS OPINIÕES"

Afirmações de "ALTO GABARITO" em relação à concepção do terreiro em frente ao mosteiro de Alcobaça. (foto)
“0 Projecto de requalificação da área envolvente do Mosteiro de Alcobaça, abrangendo uma área de intervenção da ordem dos 30.000 m2 de áreas exteriores, foi posto a concurso recentemente com o preço base de 7 milhões de Euros, e está em vias de adjudicação por cerca de 5 milhões de Euros acrescidos de IVA, valor considerado excepcionalmente elevado (cerca de 175€ por m2, o que significa um desvio da ordem dos 50% face aos valores padrão para intervenções de elevada qualidade, e que não parece estar justificado por dificuldades adicionais, tais como o desvio de infra estruturas).” Op.cit. pag. 439
quinta-feira, junho 21, 2007
MITOS MODERNOS para MENTIRAS ANTIGAS





A primeira imagem de cima é uma montagem com o pequeno templo da Igreja da Conceição em Alcobaça. E foi feita a partir de um quadro do período romântico de um pintor inglês. O quadro representa aquilo que era muito normal até ao sec. XIX em toda a Europa cristã e católica: inumar nos adros e em torno das igrejas. Umas vezes devido à falta de espaço no interior das igrejas e noutros casos pelos fracos recursos do falecido e familiares como se pode ler num destes textos que exponho. Em Portugal só uma proibição em 1836 retirou esta pratica da vida urbana e o monopólio da morte à Igreja católica, motivando uma contestação popular designada por revolta da Maria da Fonte.
Na Baixa e Alta Idade Media a aristocracia e burguesia rica, pagavam fortunas à igreja, para ficarem neste ou naquele templo fundando capelas no interior. Os grandes monumentos nacionais fizeram-se por imperativos de morte (inumação) e para perpetuar dinastias, ao contrario do que se afirma que foram para agradecer a Deus vitórias em guerra. Ficava bem ao rei e na actualidade à historiografia de matriz cristã dizer semelhantes coisas perpetuando um tipo de ideias proprias de espíritos nacionalista radicais. Mas numa era do global ou da fraternidade global cimentado também pelo espírito europeísta estas ideias são no mínimo atávicas. Todos ouvimos na escola e fora dela que o mosteiro da Batalha edificou-se para comemorar a vitória de Aljubarrota mas em verdade o que se vê é apenas o mausoléu da família de Avis. O mesmo se passou com Alcobaça com a antiga galilé, onde se perpetuava a disnatia de Borgonha. Resta disso algumas monumentos funerarios, num pavilhão do sec. XVIII, mal concebido e inacabado além de descontextualizado do edifico do mosteiro .
“Algumas ossadas dos primeiros monges sepultados em Alcobaça e encontradas, quase a descoberto nas traseiras da nova residência paroquial, foram ontem, dia 4, trasladadas para junto do Altar Mor da Igreja de Nossa Senhora da Conceição. As ossadas foram encontradas por Gérard Leroux e pelo pároco de Alcobaça, Padre Siopa, que entenderam por bem dar conhecimento do facto à comunidade cristã, e proceder à trasladação, aproveitando para isso o dia 4 de Julho, dia da Rainha Santa Isabel de Portugal.
A trasladação ocorreu por volta das 19 h com a celebração da missa homilia alusiva ao facto. Durante a missa foi apresentado o pequeno sarcófago, procedeu-se à bênção tumular e à colocação das ossadas no local apropriado, ficando assinalados por uma lápide com inscrição alusiva ao facto" in Região de Cister 5 de Julho de 1995. Ler jornal Alcoa. 6/7/1995.


