BOM FIM DE SEMANA
um espaço aberto para comentar a Arte, a Cultura e o Património da Região de Alcobaça: tanto no passado como no presente e actualidades .
sábado, janeiro 26, 2008
MADRID
terça-feira, janeiro 22, 2008
ACABAR COM A TRADIÇÃO DE TORTURAR UM GATO

Caros amigos dos animais!Chegou a hora de acabar com uma tradição primitiva e cruel que serve apenas para divertir uns quantos sádicos. Acontece em Campia, uma pequena aldeia do concelho de Vouzela em Viseu. No dia de carnaval os organizadores da festa teimam em incluir uma tradição que consta do seguinte: Os organizadores caçam , roubam um gato, algures, e metem-no num cântaro onde fica fechado até à hora da festa, (todos sabemos que os gatos sofrem de forte claustrofobia, e, só isto é causa de grande angústia e sofrimento). Depois, no largo da festa, está um grande mastro ladeado de lenha, o cântaro é elevado por cordas até ao cimo do mastro, a seguir lançam fogo á lenha que aquece o cântaro, queima as cordas e o cântaro cai desfazendo-se em cacos; o gato (se ainda puder) corre espavorido tendo á perna a parolada toda a persegui-lo com paus para ver quem lhe acerta. Todos sabemos que os países civilizados não admitem más tradições, só as que dão alegria e bem estar a todos. Já no 3º mundo abundam as tradições em que o forte usa o fraco; Os apedrejamentos, os sacrifícios, as amputações, a escravatura, geralmente em que as vítimas são as mulheres, as crianças e os animais. Todos nós temos obrigação de colaborar na evolução do nosso país. Esperemos então que cada um de nós passe a palavra ao maior número de pessoas, e envie uma crítica a quem tem culpas desta prática.Tem o presidente da junta, que é um dos organizadores, o presidente da Câmara que concorda, o padre que abençoa a festa. e todos os que vêem, calam e consentem. As contestações isoladas de nada têm servido, pelo contrário. Temos que ser muitos a repudiar esta tradição para eles perceberem a falta de civismo.
segunda-feira, janeiro 14, 2008
TGV EM ALCOBAÇA
De facto são, muitas as obras de relevo que o Dr. Sapinho vai deixando no concelho. Todas elas fizeram as populações felizes e contentes e elas mesmo estão mais ricas e felizes porque o seu futuro é risonho e o concelho tornou-se num espaço invejável para empresários porque neste momento Alcobaça excede todas as expectativas de sucesso em empreendorismo, ideias, inovação, gestão, defesa do ambiente, preservação do património histórico, artistico e arquitectónico,criatividade dentro e fora do concelho e em Portugal. De aí a enorme fixação de pessoas pelo muito emprego que há. Infelizmente só a falta de casas para tanta procura, fez com que muitos fossem viver para os concelhos limítrofes.Talvez pelo reconhecimento de um trabalho de sapa exercido pelo Dr. Sapinho nestes dez anos de governo autárquico, a RAVE, terá presenteado o nosso autarca com mais um êxito de calibre para juntar ao seu esplêndido curriculum. Passar o TGV dividindo o concelho em dois é das melhores coisas que ele esperava para as suas ambições e "as populações também". Agora poderá descentralizar serviços, como prometeu, criando o concelho de Alcobaça Oeste e Alcobaça Este. Um governado por ele e a outra parte governada pelo, Sr. Carlos Bonifácio ou o Dr. Paulo Ignácio. Por certo criaria mais empregos nesta terra e aumentaria ainda mais o rendimento per capita das populações, o que faz inveja às populações dos concelhos vizinhos, por tanto êxito económico, social e cultural do nosso concelho. O TGV, além de ser uma infra-estrutura das mais modernas que há, dará ao município um PLUS que lhe faltava. Tal era o desejo do Dr. Sapinho e foram muito hábeis as negociações feitas com as entidades envolvidas. Todos nós sabemos como ele é determinado neste tipo de situações: UM PERITO DE ALTO GABARITO. Ele e todo o staff que o coadjuva. Da minha parte lamento que não tenha conseguido para Alcobaça uma estação do TGV como almejava... Mas com a sua persistência, determinação e clareza de ideias, ainda nos dará muitas mais surpresas. É sabido que desde que o Dr. Sapinho é presidente, Alcobaça e os habitantes deste histórico concelho só têm visto passar comboios e desta vez IRÃO VÊ-LOS A SÉRIO, dos verdadeiros e dos mais modernos. Entre as freguesias não contempladas com esta infra-estrutura lamenta-se que a laboriosa freguesia da Benedita seja sempre a mais beneficiada, como agora.
Apesar de conhecer os traçados por onde passaria o TGV, o Dr. Sapinho permitiu às pessoas construírem casas nessa ampla zona, aprovando projectos, talvez porque o valor imobiliário dos terrenos e das casas, triplicava e as pessoas ficariam mais ricas e numa zona de luxo, porque como disse um dia: "Alcobaça tinha de atrair elites". Dava pena ver as pessoas chorarem como se viu na televisão quando souberam o que lhes tinha saído, provávelmente o Sr. Presidente, deveria de estar enormemente contente e a rir de regozijo por mais uma das suas grandes vitórias para o concelho! Nunca um autarca, neste município, foi tão generoso com os seus municípes, especialmente estes onde o TGV passará. Nunca em toda a história deste concelho houve um presidente que pensasse, defendesse e respeitasse tanto as populações como o Dr. Sapinho. A sua governação é tida como um paradigma que a todos ORGULHA e ESPANTA sem excepção. É de afirmar: que sorte tem o povo de Alcobaça por ter semelhante guardião.
Deve-se encomendar de imediato ao doutor Sampaio uma biografia igual à apologia que fez do presidente e das "obras" nas freguesias e da casa de venda de bicas e afins, de que é propriedade o pai do organizador da exposição Alcobaça Revisitada Vivências e Património; o próprio doutor Sampaio. Sobre as múltiplas qualidades deste evento, deve-se salientar a forma como as fotografias estavam expostas muito à semelhança das provas de fotos dos casamento de aldeia para compra dos convidados... uma exibição antológica concebida por um entendido em imagem.
Não tenho a menor dúvida que o nome do Dr. Sapinho ecoará aos quatro ventos mais que nunca. Além de ter já uma fundação com o seu nome, sou da opinião que seja recordado ainda com uma estátua em Alcobaça de preferência no Rossio e o seu nome seja recordado numa das principais artérias da capital do distrito; e porque não dar ao futuro Hospital Oeste Sul o nome de Dr. Gonçalves Sapinho?
quinta-feira, janeiro 10, 2008
POLITICAS SEXY E DE BOULEVARD

O enorme esforço que tem realizado a mulher moderna desde os séculos XIX e XX para conquistar os seus direitos, talvez alcance a vitória neste. Se hoje o poder que detém um executivo é ainda proporcional à longitude das pernas da sua secretária, no futuro será a qualidade dos músculos masculinos, a evidência que ponha no volume muscular, a sua disposição para exercer de amante ao minuto ou à la carte. Serão estas características que determinarão ao homem encontrar um bom posto de trabalho e uma rápida colocação, quando as mulheres libertadas ocupem os altos cargos de chefia.
Para esse tempo supõem-se que todos os rapazes terão de ter dois cursos, saberão quatro idiomas e terão feito uma série de “masters” em Harvard ou na Sorbonne. Somente os fará diferente um corpo mais ou menos esplêndido, como sucede às raparigas preparadas que ocorrem a entrevistas para conseguir um posto de trabalho, sendo que o critério do físico da mulher é catalogado pelo olhar inseminador oculto no inconsciente dos chefes.
Este darwinismo cruel da beleza feminina pode vislumbrar-se em escritórios, bancos e ministérios. À medida que qualquer um sobe os andares nobres de uma multinacional ou entra mais no núcleo duro do seu poder, encontra as empregadas e as secretárias mais fascinantes. Neste trajecto parece que se produziu uma selecção natural quase cavalar, de modo que as formas femininas foram-se depurando até alcançar a perfeição das medidas de ouro e com elas inundam esse ambiente hermético donde se estabelecem insonoras dentadas de tubarão e jacaré e ao mesmo tempo uma batalha entre a sedução das que obedecem e o pólen dos que mandam. Quando as mulheres no futuro substituiremos homens nos postos de decisão, coisa que sucederá já neste século, elas estarão sentadas atrás da secretária e os secretários e os outros subalternos serão valorados pelas horas que dedicaram no ginásio de musculação. De acordo com este propósito a executiva moderna dirá ao tipo que pede trabalho: (tem um grande expediente, mas à parte da sua alta preparação, estará o cavalheiro disposto a acompanhar-me um fim de semana às Ilhas Fiji e na semana Santa às Caraíbas? Ah! que quer de prenda para a sua noiva?)
No futuro o homem terá que estar sempre em forma, maquilhado e disponível. A competição será terrível. Quando receba a ordem e abandone o escritório, elas por detrás da secretária, na poltrona, também observarão a qualidade das musculaturas e deles farão grandes projectos como Glenn Close no papel de Alex Forrest a Dan Gallagher ( Michel Douglas) em Atracção Fatal!
PS. Um excelente ano de 2008 a todos os leitores, colaboradores e profissionais que elaboram o Jornal de Leiria. Aproveito para rectificar um dado impreciso que escrevi na minha última crónica dedicada ao presidente da Câmara de Alcobaça: onde afirmei que ele não tinha feito a declaração de impostos durante sete anos quando aquilo que não fez foi a declaração de rendimentos ao TC nesse mesmo período. António Delgado in Jornal de Leiria 10/1/2007
domingo, janeiro 06, 2008
LUIS PACHECO (PEQUENA HOMENAGEM)

Mas passam por mim duas miúdas: uma, grande cu descaído, badalhoca de cara, trouxa de carne a dar às pernas - é a que me tenta; outra, muito compostinha no trajar, casaco preto, saia branca ou creme, muito viva, muito espevitada. Atiro pontaria na badalhoca, a ver se avanço depressa o negócio, jogando no ganaha – perde da beleza física e no calculo das probabilidades dos complexos das feias. Vou-as seguindo, de rabo alçado como um garanhão, e a gorduchona já me topou. Olha para trás, por vezes. Já comunicou à parceira. A andar, a andar, chegamos a uma espécie de logradouro público, com certo ar antiquado e bancos largos de pedra, onde finda a linha dos eléctricos para o estádio (vejo o nome, estádio 28 de Maio, oh a Politica !, ah! ah!, isto só em Braga). Mas agora o grupo das meninas complicou-se: entrou por ali uma velha gorda, e inútil, e naturalmente sabichona e danada por invejar o prazer dos outros como é próprio das velhas; com ela, e tão empatas como ela, duas garotinhas, broncas e também inúteis para as questões do sexo."
quinta-feira, janeiro 03, 2008
O RÉVEILLÓN DE (ALGUNS) POLÍTICOS DO CENTRÃO

Poupados são eles e um exemplo para os reformados e precariado, que se fossem poupados como eles também podiam ter estado no Casino, em vez de irem apanhar constipações para o Terreiro do Paço ver o Abrunhosa, numa organização COSTA…
O MTZ’s? continua a sua investigação mas consegue já desvendar estas presenças:
ISALTINO MORAIS - (ainda) presidente da C. M. Oeiras, acompanhado da sua caixa de charutos, e num gesto de quem nos está a enfiar o barrete (chapéu) coitado teve que recorrer a um dos seus depósitos na Suíça, por deferência de um dos primos chauffers de táxi;

TELMO CORREIA - de smoking já um bocado gasto, lá se sacrificou com a sua presença, de flute de champagne (do Lidl) na mão, provando que ser-se de direita não significa ser menos que um social-democrata ou um socialista e que não pode ser solidário com os mais desfavorecidos;

MARIA DE BELÉM ROSEIRA - dançando de saltos altos, com coroa de princesa que é, juntou durante um ano 1.000€ num púcaro que tem na cozinha, trocou o Natal dos Hospitais pelo Casino, provando que se pode ser de esquerda caviar sem ser do Bloco. Istom é que é uma mulher à maneira: pequenina, dançarina e poupada

DIAS LOUREIRO – Conselheiro de Estado, ex-responsável pelas finanças do PSD, converteu-se ao capital, dirigindo do melhor que há. Não vimos qualquer razão para não estar presente, de smoking, à maneira, no local apropriado para quem pertence ao capital, vindo da província.

Segundo o DN de hoje o Presidente da ASAE também esteve presente no Casino Estoril, mas apesar da fonte fidedigna, não conseguimos saber a que título lá esteve, mas fumou, em recinto fechado a sua cigarrilha, já com a “lei do tabaco” em vigor… O exemplo veio de cima!!!
Ps. O meu querido e grande amigo DANIEL MADEIRA DE CASTRO MTZ? – do Movimento TópaZús? enviou-me este mail o qual tenho o prazer de publicar com a sua devida anuência. . As fotos são do Correio da Manhã. Obrigado DMC .
segunda-feira, dezembro 31, 2007
FELIZ ANO DE 2008

No caso de pastores, uma das histórias mais antigas, senão a mais antiga, é a história de Abel e Caim da Bíblia. Simbolizam respectivamente por um lado a pastorícia e o sentido de liberdade e o desapego à terra através da vida nómada representada em Abel, e a vida na cidade com vinculo à urbanidade, o apego à terra e à propriedade privada derivado da vida sedentária originada pela agricultura, e simbolizada em Cain. O primeiro fez um sacrifício, com carne animal que foi aceite por Deus e o segundo fez outro, com produtos agrícolas que foi rejeitado. A rejeição do sacrifico de Cain, provocou no irmão de Abel o ciúme e o ódio que o fez assassinar pelo irmão.

Foi esta história muitas vezes contada pelo meu avô materno, que este pastor cujas fotos mostro, me fez recordar com as suas sete cabras, cujas campainhas penduradas ao pescoço tilintavam no silencio imaculado que é ainda possível de sentir nos campos da Póvoa.

Simples mas solidária e fraterna
e a todos os leitores e comentadores deste blog
domingo, dezembro 23, 2007
FESTAS FELIZES
segunda-feira, dezembro 17, 2007
OS IMIGRANTES REGRESSAM A ALCOBAÇA

sábado, dezembro 15, 2007
TRATADO DE LISBOA

Assim dava a noticia o Jornal espanhol El Pais , com esta imagem e titulo sobre o Tratado de Lisboa . A notica suscitou-me a seguinte pergunta:
Ps. Sobre o tratado ver ainda o EL PAÍS de ontem.
segunda-feira, dezembro 10, 2007
"HÁ MOSQUITOS QUE TÊM DE SER AFASTADOS DA VIDA PÚBLICA"

Ao contrário do habitual, farei um desvio nos temas das minhas crónicas para comentar uma frase do presidente da câmara de Alcobaça (Dr. Gonçalves Sapinho) merecedora de observação, porque, como crítico que sou em relação às políticas daquele elenco camarário, sinto-me atingido por ela, em virtude de me sentir incluído no grupo a quem ele se referia. O presidente da Câmara de Alcobaça não se destaca pelo seu temperamento democrático para com quem discorde dele, não admite outra voz que não seja a sua, tem horror ao silêncio e, se não se ouve falar a si mesmo, deixa de existir. Um caso muito comum e típico na politica de certas pessoas “construídas” na tirania, nomeadamente na América Latina.
Em Alcobaça impera o medo das pessoas se expressarem livremente, facto que é compreensível se tivermos em linha de conta que a terra padece daquilo que em gíria sociológica, ou mesmo antropológica se designa por “espírito de freguesia” ou “conspiração do adro”. Uma realidade bem enquadra nas características físicas e culturais de certas pessoas de Alcobaça.
As ciências sociais e humanas, tal como a investigação, têm como objectivo tornar mais compreensível o meio em que se vive, e cabe ao investigador ajudar a descobri-lo. O investigador que vive nesse meio ou conhecendo-o, toma uma moderada distância e dá um passo atrás para poder examinar melhor as atitudes, os discursos e as suas práticas, e mede as forças que se encontram na sua estrutura social. Um trabalho que é meticuloso e paciente e, quando é generoso, ajuda a entender as categorias, aspectos e raízes que impulsionam as acção de uma comunidade. Como estudo ou opinião, dão a mediação critica que apoia a compreensão do quotidiano mais imediato, no sentido de poder melhorá-lo ou corrigi-lo.
No entanto a acção quotidiana e o discurso político ou institucional que a conduzem são habitualmente hostis à atitude reflexiva. Aquelas impõem-se pela demagogia, o espectáculo ou o efeito, para criar suposições, sem olhar a custos ou sem investigar causas e efeitos, como é norma em sociedades pouco evoluídas que sobrevivem de subsídios ou fundos, quase como caridade externa. Nestes casos a acção quotidiana e o discurso normativo assentam no protagonismo de um patriarca que, por norma é, nos meios pequenos, um inculto e um “saloio deslumbrado”, como dá a entender ser o presidente da câmara de Alcobaça, pelas atitudes que o têm caracterizado. Mente sistematicamente, como foi acusado por um presidente de junta e afirmado em jornais locais. Não declarou os impostos durante sete anos e desculpou-se dizendo que foi para umas termas. Chama “talibans” aos turistas que visitam Alcobaça. Gasta o dobro dos dinheiros e compromete o futuro do concelho numa “reconfiguração urbanística”. Gabou-se que dorme nas viagens de trabalho. Não se preocupou com a população, no sentido de a defender na eventual passagem do TGV por terras do concelho e, ainda é grosseiro no trato para com aqueles que o contrapõem, como expressa o título deste texto decalcado de uma sua afirmação publicada no Região de Cister 2/11/2007.
Neste aspecto, os jornais de Alcobaça são verdadeiras fontes para entender o espírito tacanho que governa o Concelho, pois parece que, quanto mais ignorantes são alguns dos políticos locais (em Alcobaça estas palavras são sinónimas), mais eles gostam de sair nas páginas da imprensa local dando corpo àquilo que em gíria se define pelo “jet set provinciano”...
Talvez seja por isso que o discurso sossegado e paciente, ou a informação elaborada, se convertem numa necessidade que tem, no entanto, o inconveniente de causar amargos de boca a este fenómeno social que são os políticos do calibre do Dr. Sapinho e quem o sustenta. Os propósitos do Dr. Sapinho são apenas poder, sem base ideológica ou politica, sem escala de valores ou ética que lhe dê sentido, conteúdo e transcendência. Como no ditado popular que refere “entra mosca ou sai asneira”, com este político, cada vez que abre a boca, “sai asneira e saem mosquitos”. Artigo publicado no Jornal de Leiria em 6.12.2007

Lamenta-se que o presidente da Câmara de Alcobaça chame nomes aqueles que discordam das suas ideias e praticas politicas e afirme que os críticos têm de ser AFASTADOS DA VIDA PUBLICA. Creio que nem Hugo Chaves ou Putin, só para dar estes exemplos, ousariam ser tão primários ou terem a veleidade de afirmações semelhantes. Uma vez mais se demonstra o tipo de pessoa a quem o concelho esta entregue bem como o seu genuíno nível INTELECTUAL, CULTURAL E MORAL... O nível deste politico do PSD e também das figurinhas de papel do mesmo partido que o “coadjuvam” no governo do concelho e no sustento destas afirmações.









