
Se a moda das couves pegar em Alcobaça , como em S. Martinho, a solução que o Bloco de Esquerda propõe, para a frente do Mosteiro, fica resolvida!
um espaço aberto para comentar a Arte, a Cultura e o Património da Região de Alcobaça: tanto no passado como no presente e actualidades .


Este blog, como já fez noutros momentos, vai transformar alguns comentários em postagens devido à visibilidade que se quer dar ao assunto comentado e por se achar o tema de interesse. Também tomo esta decisão para que este espaço, possa ser, ainda mais aberto e participativo e de inter-acção entre os leitores. Começamos com comentário deixado pelo atento e bem informado amigo, ALCOBACENSE GENÉTICO. E faço uma pergunta: SERÁ QUE AO NASCER O ARQ. BYRNE TEVE O DOM DA UBIQUIDADE?
António Henrique Rodrigo de Oliveira Marques( Nasceu em S. Pedro do Estoril em 1933 ― Faleceu em Lisboa, 23 de Janeiro de 2007)





“Ao contrário dos animais para quem a morte é uma circunstância natural e cujo cadáver se transforma em coisa, para o ser humano a morte é um problema, um drama estranho e difícil: o seu corpo deixa de ser algo vivo mas não se transforma em coisa. Até hoje, nenhuma filosofia conseguiu libertar a humanidade dos temores da morte. Nem a crença no além, nem a recompensa da fama, nem a prolongação do falecido nos seus filhos são consolo suficiente para o momento final. Considerada como a nossa primeira experiência metafísica, a morte foi ao mesmo tempo estética e religiosa pelo enigma que terá representado aos olhos dos nossos primeiros antepassados o “espectáculo” da transformação de um ser em “gelatina anónima”.
