sexta-feira, dezembro 08, 2006

ANÔNIMO DISSE...

































"Ultima horaEstão a nascer cogumelos na marginal de S. Martinho coma altura de um terceiro andar.Uma equipa de cientista efectuou recolha de amostars para análise a fim de se saber se os mesmos são venenosos ou não.É esperada igualmente uma embaixada do Entroncamento que vem verificar no local se o referido fenómeno poderá competir com os que habitualmente aparecem naquela localidade.Sabe-se no entanto para já que dão uma luz ténue amarelada que permite iluminar os apartamentos de alguns proprietários da marginal o que veio já criar um clima de indignação de outros que por este facto não sentem nos seus consumos de electricidade a redução que este facto vai permitir aqueles cujos cogumelos apareceram recentemente bem perto das suas varandas. Informação em cima do acontecimento."


A Postagem é transcrita 'ipsis litteris' conforme um anónimo deixou, no blog, em OUTRA VEZ...S.MARTINHO?
... Tive curiosidade de visitar S. Martinho!
... recomendo seriamente e, PARA que CONSTE, em qualquer ANTOLOGIA ou ANAIS de CLARIVIDÊNCIAS!

22 comentários:

EstrelaAfricana disse...

Mas que cogumelos!...
São cogumelos atrás de cogumelos. A uns chamam-lhe edifícios, a outros chamam-lhe candeeiros. Os primeiros descaracterizam totalmente a traça da marginal de S. Martinho do Porto (será este o preço do progresso?!). Os segundos, pelo que se vê nas fotos, aparentam ter um raio de iluminação tão reduzido que somente devem aproveitar à parte do edifício à frente do qual foram instalados.
E esta a evolução que se quer para S. Martinho?! Com certeza o empreiteiro dirá que sim...

Ortogal disse...

Peça-se já uma auditoria ao Tribunal de Contas. Para depois limpar o cú com as suas folhas...

Viva o Socialismo!

Antonio Delgado disse...

Esse é o grande problema, amigo Ortogal...tudo caminha sem rei nem rock nem orientação...
... Eu diria Viva o CHAPINHISMO, O PSDÊISMO, O BYRNISMO, O BOLSISMO e sobretudo o PASSIVISMO...

Cordialmente

Antonio Delgado

Anónimo disse...

Concentrai o vosso olhar no "mural" da penúltima fotografia durante dois minutos e entrareis num transe que vos fará esquecer a casinha entalada entre os dois blocos.

Observai a proporçäo dos frontöes das primeira e segunda imagens e vereis que dois mil anos de arquitectura ocidental näo fizeram mossa na alma lusa.

Ah vilanagem!

Antonio Delgado disse...

Caro Anónimo
Essa sua observação é bastante pertinente, verifico que é de quem domina a Historia o Léxico e a Gramática Arquitectónica e Urbanística. O que não é o caso de quem aprovou semelhantes barbaridades, como as imagens demonstram. Normalmente são "políticos" oriundos da mais genuína e boçal ignorância, nestes domínios, quem decide e institui, estes atentados a direitos adquiridos como é a ofensa de implantar um candeeiro em frente a uma janela ou varanda da forma como estão. Estes políticos não servem a causa pública e descaracterizam ainda mais o que resta de Portugal e alguns dos seus lugares mais genuínos. Podia-se falar nas responsabilidades dos Departamentos técnicos da Câmaras, mas é corrente que nalguns casos, este mesmos departamentos, são submetidos à coação e à perseguição pessoal e profissional, por este tipo de “políticos”, por não satisfazerem os seus ignorantes e alucinados CAPRICHOS. Por um lado devido a técnicos (arquitectos ou engenheiros) estarem em precariedade face ao posto de trabalho e por outro, às promoções rápidas e manhosas, dalgum técnico incompetente mas que sirva melhor os interesses a este tipo de fazer política e de gestão do espaço publico urbano.

No caso dos técnicos não alinhados o “mobbing” profissional é a solução usada pelos políticos, na “lusa” Pátria “, para “ilibarem-se” da corrupção.


Em suma: Por um lado os políticos têm o parecer técnico, nos moldes que referi! Com coação e enrolando , terceiros, quartos, quintos , sextos e por ai fora, devido à sua condição, perdendo-se o (s) vestígio (s) ilícito (s) nos tentáculos de um enorme polvo onde ninguém se acusa ou descobre porque, a maior parte dos intervenientes, estão todos ligados em rede ... Ou seja: fome e vontade de comer andam juntas... TUDO BOA RAPAZIADA!

É detrás deste FACHADISMO, que se esconde a essência da tal alma lusa, como muito bem referiu ... um verdadeiro estudo de caso... sociológico; mas é mórbida a patologia!


Cordialmente

António Delgado

Bárbara disse...

Há quem chame a Alcobaça "Terra de Paixão". Pergunto-me por que razão quando afinal os seus alicerces são de servidão...
Falam no amor de Pedro e Inês. Porque não falam em traição, adultério, mentira e sede de poder?! Afinal, em Alcobaça somente residem os restos mortais, ou o vestígio deles, de dois seres que amaram, mentiram, traíram, foram traídos, enfim... foram o exemplo do que o Homem tem de melhor e de pior.
Olhemos agora para S. Martinho do Porto. Terra de sonho banhado por suaves águas marinhas, clara doçura de um mar fonte de vida, de sonho e desilusão. Lá longe, as águas revoltas do oceano acalmam-se quando entranm na nossa querida baía, como que a mimar-nos com a sua suavidade. Não será este um verdadeiro exemplo de paixão?!
Porque será que os nosos governantes não olham para S. Martinho com paixão? com a ternura pura da natureza? Porque será que sempre que querem mostrar obra humana agridem o que de belo existe nestas paragens de sonho?!
É caso para dizer que estes são homens de DESTRUIÇÃO.

Antonio Delgado disse...

Cara Barbara,
a Paixão é APENAS UM ESTADO DE ALMA , ao qual os gregos, a quem o ocidente reivindica as suas raízes filosóficas e culturais, não lhe davam importância nenhuma, por ser passageiro e negativo...SERÁ ESSA A VERDADEIRA IDENTIDADE DO CONCELHO DE ALCOBAÇA e de quem o dirige...A "PASSAGEIRICE" OU O "PASSAGEIRISMO"?

Bárbara disse...

Bem, uma vez que me trata por cara, usarei o mesmo tratamento...
Caro António,
Se consultar um diccionário encontrará, relativamente ao termo paixão, seguramente, vários significados ou designações de estados de alma. Por exemplo, ela poderá significar um "vivo afecto ou atracção por ou para alguma coisa" ou, " a inclinação de um sexo por outro, quando esse amor ou essa inclinação é profunda, veemente". Ou, ainda, " ímpeto, entusiasmo", "objecto de afeição, ternura ou carinho falando de uma pessoa ou uma coisa".
Paixão aparece pois, associada a um verdadeiro estado de alma para com alguém ou alguma coisa, mas não tem que ser passageira, como o Sr. refere. Quem tão ligeiramente a refere assim, nunca deve ter sentido paixão por nada ou por ninguém. Caso contrário não a desvalorizaria dessa forma.
Pessoalmente, posso afirmar-lhe que ao longo da minha existência, há paixões que me têm sempre acompanhado, talvez porque eu não seja tão volúvel quanto outros ou, porque faço sobrepôr, em certas matérias, a emoção sobre a razão ou, ainda, porque não seja tão egocêntrica quanto alguns.
Pessoas haverá, no entanto, para quem a razão é sempre predominante, ficando as emoções no limbo da escuridão ou frustração emocional e pessoal.
No caso concreto da minha terra - ALCOBAÇA- pode crer que, apesar de todos os erros que têm vindo a ser cometidos pelas classes políticas dominantes, seus legítimos representantes, porque eleitos pelas suas gentes, continuo a sentir a mesma paixão que brotou em mim quando acordei para a vida e a olhei pela primeira vez. Não é, nunca foi e nunca será passageira ou passageirismo... Isso é para aqueles que apenas se querem servir dela quando, afinal, a deviam servir.
Como na vida pessoal, também na vida pública há que ter algumas certezas, saber o que se quer e para onde se quer ir. Não se pode afirmar uma coisa e agir noutro sentido. Quem assim procede nunca será credível, nunca atingirá a meta.
Só sabendo o que se quer se poderá orientar a acção individual e colectiva para o bem comum, tornando a nossa comunidade mais desenvolvida socialmente, culturalmente e economicamente, criando condições para que se torne mais fraterna e solidária.
Será que os políticos Alcobacenses sabem o que querem? Provavelmente sim... servirem-se de Alcobaça, com paixão por si próprios e não por ela. Esta talvez seja uma dura realidade...

Anónimo disse...

Caro António
Procure num qualquer dicionário o significado de Paixão e constatará que o Sapinho estava bem ciente do mesmo quando escolheu o lema Terra de Paixão para Alcobaça. Para quebrar um pouco o suspense: Paixão significa - sofrimento antes da morte.
Vendo hoje Alcobaça, no estado de coma em que se encontra, suspeito que o actual presidente da câmara contando com a conivência e cumplicidade dos vereadores, dos TÉCNICOS e de alguns dos habitantes da cidade assim o terá idealizado, com a imprescindível ajuda do omnipresente Birne.
Um abraço anónimo

Bárbara disse...

Respondendo ao Sr. Anónimo que antecede gostaria de referir o seguinte:
Em minha modesta opinião, a significação que atribui ao conceito PAIXÂO não me parece muito adequada ao caso concreto, nem muito correcta. Parece-me que, confunde paixao com sofrimento a partir de um episódio bíblico. E, conhecendo esse episódio, o que é que temos? Temos um Homem - Cristo - que, por Amor e Paixão pelo seu Povo - o povo eleito - sacrifica a sua própria vida.
A dor, o sacrifício, o sofrimento foi, portanto, uma consequência do grande Amor, versus paixão, que Cristo sentiu por esse povo mas, com um objectivo determinado - a salvação do seu povo. Ele deu a vida pelo seu povo e, aqui continua presente esse sentimento nobre que todos nós temos extrema dificuldade em definir.
Tal como ainda muitos humanos conseguem fazer - por amor sacrificam-se, das mais diversas formas, a si próprios para não prejudicar aqueles que amam... Mas, só consegue agir assim quem ama verdadeira e genuinamente...
No caso do Presidente da Câmara de Alcobaça, certamente concordará que não existe nem nunca existiu qualquer amor ou paixão. A não ser que se entenda que o ministério da presidência da câmara tem sido exercido por ele por amor ao Bom povo de Alcobaça. Ninguém acreditará nisso, até porque os resultados do seu trabalho saltam à vista de todos - paragem no tempo, despesismo inútil e inapropriado ao desenvolvimento do concelho, defesa acérrima e egocênctrica da sua imagem, inexistência de visão estratégica para o concelho, and so on....
Mas, também ninguém acreditará que aquele senhor, por estar sentado no poleiro do poder, consiga levar à morte o concelho de Alcobaça. Esse seria o absurdo total...
Apesar de subdesenvolvido, este concelho e as suas gentes continuarão a mantê-lo vivo, pese embora o facto de a vida poder ser mais muito mais dignificada e enriquecida se esse senhor não conduzisse os destinos das políticas que nos regem. Mas, tenho esperança que tudo mudará. Acredito que a hora do adeus chegará para ele e, que o(a) seu(sua) sucessor(a) albergue, de verdade, no coração uma verdadeira Paixão / Amor por Alcobaça.

Anónimo disse...

Olá Bárbara,apreciei a sua clareza de raciocínio e sobretudo as qualidades que mostra.
Concordo com as suas sensíveis apreciações e vejo que aprecia e gosta mesmo da nossa terra.
Mas não se iluda, nos tempos de hoje os homens não sabem amar nada nem ninguem.São movidos por interesses e esta é a nossa sociedade. Por isso, pessoas como voce são almas raras de encontrar e muito menos no mundo da politica.
Ainda bem que mantem a esperança porque eu já a perdi.

Bárbara disse...

Caro Anónimo,

A esperança é o nosso último reduto. É nela que nos refugiamos para seguir em frente. E, olhe que eu sei do que falo. Por esta razão a não devemos perder de vista. Pelo contrário, devemos mantê-la enquanto cidadãos conscientes e interessados na melhoria das condições de vida do nosso povo e, também, enquanto simples seres humanos habitantes deste universo que queremos mais humanista, mais solidário e mais fraterno.
É por estas razões que mantenho a esperança mesmo que a traição e a injustiça me bata à porta. E, o que é facto é que os nossos governantes municipais traem todos os dias as legítimas aspirações deste simples povo. E ainda se sentem injustiçados quando alguém publica ou privadamente lhes diz as verdades...
Ao António, que eu julgava conhecer, agradeço, enquanto simples cidadã anónima, a manutenção deste espaço de debate e denúncia das barbaridades que se vão cometendo no nosso concelho.

Antonio Delgado disse...

Estimada Barbara agradeço a sua postagem que é complexa e cheia de ideias mas ao mesmo tempo contraditória e PARCIAL, uma ideia que é igualmente sinónimo do termo paixão.

Vamos por partes: verifico que é “consumidora” de dicionários, e assim sendo poderá ver em qualquer um o cumprimento de ESTIMADA OU CARA são sinónimas. Sendo assim, agradecia que me dissesse qual a fórmula ou ritual como gosta que de ser tratada neste blog, para que não se incorra em incidentes protocolares nem fique melindrada com despropósitos que não são intencionados. Terei muito gosto em dirigir-me à Barbara da forma que mais lhe convenha...mas é preciso saber!
...Sobre o termo PAIXÃO .
Tece algumas ideias fundadas em dicionários e estas sem esclarecimentos mais podem gerar confusões, dado que o não serem precedidas pela etimologia do termo em causa e o que ele representava no mundo das ideias, em tempos mais recuados, pode propiciar confusões sobre o que se fala aos menos avisados. E os significados mostrados podem servir de tema a uma conversação coloquial, mas por certo não servem para esclarecer sobre a ideia em que se funda o termo Paixão.
Por certo e como estou convicto, sabe que certos dicionários, apresentam este termo completamente corrompido do seu sentido original, porque os significados vem cheios de vícios do linguarejar, que ofuscam a ideia genésica deste termo. Se tiver curiosidade até porque é fascinante, procure fazer uma pequena investigação, coleccionando as diferentes acepções do termo PAIXÃO existentes nos dicionários da língua Portuguesa e comprove igualmente em dicionários dos séculos XVIII, Sec. XIX Ou mesmo do inicio do século XX e contraste ainda o significado em dicionários ingleses, franceses, espanhóis, alemão e escandinavos.
No final da sua colecção confronte as definições num dicionário etimológico e em dicionários de Latim. Com este pequeno trabalho, partirá para acepções, mais correctas e menos generalistas sem vícios literários ou metafórico/culturais e religiosos como é norma em certos dicionários. Ja agora o termo paixão (PASSIÕ, ÕNIS) em latim, e já estava corrompido nesse período é sinonimo apenas de ACÇÃO DE SUPORTAR, ACÇÃO DE SOFRER, PAIXÃO DE (JESUS CRISTO). AFEICÇÃO DA ALMA. De certo verificará que são ideias de conotação totalmente negativa e a paixão de Cristo é colada porque é sinónimo de sofrimento e a ideologia cristã teria de contaminar igualmente a língua. Mas mesmo aqui se pode ver que não há nenhuma afectação ao amor corporal que o movimento romântico tanto exacerbaria.
Continuando...
...Obviamente que a Paixão “não tem que ser passageira” ela pode ser duradoira ou eterna, mas nestes casos citaria T. Ribot “a paixão é para afectividade o que a ideia fixa é para o pensamento” por isso e segundo os psicólogos, se ela persiste, estamos no domínio da patologia ou no estado de jactância pueril que afecta muito boa gente e se diagnosticar muito bem em parte dos políticos da nossa praça incluindo os de Alcobaça em especial o seu presidente. Lendo as noticias dos jornais locais e ouça as rádios e quantifique o que se promete ou idealiza, num só dia...isto multiplicado vinte e quatro vezes ao dia e sete à semana não pode encontrar maior delírio em lado nenhum... começo a suspeitar se não metem produtos estranhos nas águas para os lados dos Paços do Concelho!
A Barbara tece sobre mim uma consideração que no mínimo é curioso ao falar de paixão “Quem tão ligeiramente a refere assim, nunca deve ter sentido paixão por nada ou por ninguém. Caso contrário não a desvalorizaria dessa forma.”
Parece que não interpretou bem o que escrevi, porque em 1º. eu não desvalorizo a PAIXÃO na forma como você a entende ou QUER ENTENDER, demonstrando pelo seu julgar a tal parcialidade que o termo pode ter. 2º. Apenas exprimi, de forma generalista e de memória, aquilo que este estado de alma representava na cultura grega e por extrapolação levei essa ideia para a realidade da politica da nossa terra. Se ler com mais detalhe o que lhe dirigi, verá que não há qualquer juízo de valor em relação a este estado de espírito.
Mas a sua observação leva-me ainda a outro ponto e este tem que ver com as liberdades individuais: será que, enquanto opinião, não tenho o direito de desvalorizar um estado de alma? Quer concorde ou não com ele? Será que fico inabilitado do meu direito de cidadania não ter tido essas experiências no seu julgar? Mas sobre o supra citado e se quer saber a minha opinião esses estados acabam em situações extremas: CRIMES PASSIONAIS, LOUCURAS E MORTES! É só visitar as prisões ou os hospitais psiquiátricos! Portanto A PAIXÃO é um estado de alma que se evita, bem como as pessoas que o manifestem de forma reiterada. Uma amiga minha contou-me não há muito que “era perseguida por um cavalheiro que tinha tido uma paixão por ela, em juventude e a perseguia por todo o lado. Queixava-se que o sujeito não estava num estado normal e não a deixava viver em paz!”
Um autor da minha preferência, como é Kant define mesmo a Paixão como “inclinação emocional violenta, capaz de dominar completamente a conduta humana e afasta-la da desejável capacidade de autonomia e escolha racional (Imanuel Kant). In “ Antropologie in pragmatischer Hinsicht”.
Sobre si AFIRMA QUE “ao longo da minha existência, há paixões que me têm sempre acompanhado, talvez porque eu não seja tão volúvel quanto outros ou, porque faço sobrepor, em certas matérias, a emoção sobre a razão ou, ainda, porque não seja tão egocêntrica quanto alguns.”
Acredito que sim, quem sou eu para duvidar daquilo que afirma, até porque os termos de comparação são sempre óptimos, porque nos ajudam-nos a situar no mundo... e agradeço que comparta os seus estados de alma, neste blog. Ele mesmo é igualmente um espaço de catarses (psicanaliticamente falando) sobre as “NOSSAS PAIXÕES ” com Alcobaça!
Parece-me, ainda, confundir neste ponto EMOÇÃO com PAIXÃO. Se continuarmos com Kant podemos verificar a confrontação, por antinomia ou dissimetria, que as ideias do termo EMOÇÃO e PAIXÃO podem encerrar: segundo ele o 1º. considera-se como uma “bebedeira, com a qual se dorme bem mas depois tem-se uma dor de cabeça”. A PAIXÃO é “como uma doença, causada pela ingestão de um veneno ou uma degeneração, que necessita um médico de almas interior e exterior, o qual, no entanto a maior parte das vezes não sabe prescrever nenhum meio curativo radical, senão talvez paliativo”.
Este filosofo refere ainda que “AS EMOÇÕES SÃO NOBRES E FRANCAS” porque nascem da espontaneidade e as paixões pelo contrario são “ASTUTAS E SOLAPADAS”, porque são oriunda de pensamentos à priori.

Nas observações que se seguem no seu texto: “Pessoas haverá (...) Esta talvez seja uma dura realidade.”
Concordo no geral mas permita-me dizer-lhe de novo que a PAIXÃO que rege quem dirige os destino do concelho infelizmente é a “passageirice” misturada com “Astutice” e em doses SOLAPADAS quanto baste! Por isso a classificação das paixões é um problema clássico da filosofia, nesse sentido QUAL É A PAIXÃO que encerra o slogan engendrado no município com o titulo ALCOBAÇA TERRA DE PAIXÃO?

Cordialmente
António Delgado
Ps. Já agora o que acha também dos candeeiros em frente às janelas e varandas?

Alcobacense genético disse...

Meus caros
O slogan é : ALCOBAÇA Terra de Paixão . Procurei no dicionário da Porto Editora onde se lê que Paixão, com maiúscula, significa: martírio de Cristo: parte do Evangelho onde se descreve o martírio de Cristo. Não me custa duvidar que o ex-seminarista, Zé Sapinho, tenha escolhido Paixão prevendo o martírio a que iria submeter toda Alcobaça com a malfadada requalificação da envolvente do mosteiro.
Chamem-lhe o que quiserem mas...as obras do Birne-Campos foram um crime contra a Humanidade. O mosteiro está classificado como Património da Humanidade, logo qualquer crime cometido contra o mesmo ou contra a sua 1ª zona de protecção, não deveria ser considerado crime contra a Humanidade ?? Não falo aqui de problemas estéticos mas sim técnicos e éticos. Entre muitos outros crimes praticados foram destruídos barbaramente vestígios arqueológicos importantíssimos; foi construída uma muralha de ferro e betão, no subsolo, em torno do mosteiro sem qualquer estudo do LNEC ou organismo idêntico. Esta muralha em caso de sismo que reacção provocará nos terrenos sob o mosteiro??? Como esteve visível na rua D. Pedro V os monges apenas escavavam o estritamente necessário para a implantação dos alicerces. Agora foi um fartar vilanagem de remoção de terrras com retro-escavadoras.
Enfim - prevejo longos tempos de Paixão para Alcobaça. O slogan foi bem escolhido!!!
Referi o Birne-Campos pois em Alcobaça afim de receberem os fundos comunitários sem passar por concurso público apenas o Birne apareceu sempre como único autor. Levam o projecto para as mostras no estrangeiro e eis que os autores já são 2: o Birne e o Falcão de Campos. Cá dentro mente-se...lá fora fala-se a verdade.

Anónimo disse...

finalmente alguém viu o que eu também vi, em relação às obras (!?) da zona envolvente do mosteiro.
eu sou das pessoas que anda a votar para que o nosso mosteiro fique entre os 7 mais belos mas, com aquele deserto em seu redor, sem a beleza do contraste entre a robustez do monumento e o verde da natureza...
e ninguém parece importar-se com a verdadeira aberração que ali foi feita.
fiquei chocada quando vi um post, num determinado e conceituado blog, onde se via uma foto do mosteiro e onde se perguntava "o que é que vê a mais aqui?" - de imediato, respondi:"o saibro". mas sabem qual era a resposta correcta? - as antenas de tv que estão por cima dos prédios fronteiriços ao mosteiro!
mas há mais, quem vai ganhar com a implantação de tantos campos de golfe em Alcobaça? a quem pertencem os terrenos em causa? foi feito algum estudo de mercado para saber se há publico alvo em quantidade suficiente para 4 ou 5 campos de golfe? que mais-valias trazem para alcobaça? porque um complexo turistico como o proposto se nos podemos fazer valer de turismo rural (mais barato e mais apreciado por turistas nacionais e estrangeiros)?
sabem que estamos a hipotecar a nossa paisagem e o nosso solo por 150 anos? sabem o mal que provocam os quimicos colocados no terreno, com o fim de queimar qualquer fauna ou flora naquele espaço aos nossos lençóis de água?
valerá a pena fazer tanto mal em troca de tanta aparência e tão pouco dinheiro?
recordar-se-á, o nosso presidente, que ainda existem problemas por resolver na ponte de Mendalvo? saneamento por colocar em Chiqueda e Lameira? e vão-se gastar milhões em campos de golfe?
com tantos buracos por tapar (não só nas estradas, mas mesmo, na tesouraria camarária), ele ainda quer abrir mais?
desculpem se sou bruta, mas a câmara municipal, essa sim, tornou-se num enorme campo de golfe em Alcobaça - secam-se as ideias, matam-se as tentativas de crescimento sócio-cultural e abrem-se uma grande quantidade de buracos, que, mais tarde, alguém terá de vir tapar.

Alcobacense genético disse...

Cara Lucia
Tambem vi o post que refere com as setas a apontar para as antenas de televisão...QUE MAL SE VEEM !!
É divertido ver como os bajuladores do pres. da CMA pensam e ajem...no minúsculo e fétido charco em que se movem

EstrelaAfricana disse...

Viva Lúcia,

De facto tem razão. O Sr. Sapinho "ofereceu" a Alcobaça um deserto monástico. Eu também costumo referir-me áquele espaço como o deserto de Alcobaça.
Mas, o pior mesmo daquelas obras é o que o Alcobacense diz quanto à destruição do património arqueológico existente na zona envolvente do Mosteiro.
Na verdade, as carradas de betão armado que naquele espaço foram espalhadas impossibilitam, a meu ver e salvo melhor opinião, a recuperação desse património arqueológico, o que, para mim, constitui um verdadeiro atentado, para não dizer crime, contra a história de Alcobaça. E, esses senhores passam a vida a verberrar elogios aos monges e ao mosteiro...
Depois, também me pergunto para que serviu ou serve todo aquele betão armado e, mais uma vez, tenho que concordar com o Alcobacense. Serviu para "encher os bolsos" do empreiteiro, do arquitecto e sabe-se lá mais de quem...
Esta é a triste realidade de Alcobaça, perpetrada pelos políticos que o povo elegeu...
Quanto ao saibro, embora feio, penso que poderá não constituir uma solução definitiva e que não será preciso gastar rios de dinheiro para o arrancar de lá e substituir por por outra solução que, esteticamente, seja mais agradável, sem "ofuscar" a imponência do mosteiro. Veremos o que os vindouros farão..

Anónimo disse...

eu já estava á espera que, com a insensibilidade e falta de conhecimentos históricos (e sem ninguém a rodeá-lo, sem sede de poder ou de dinheiro)o presidente permitisse que se assassinásse parte da nossa história, ao deixar que os achados fossem tratados como cacos.
o que eu não esperava é que a arrogância do dr sapinho chegásse ao ponto de não admtir os erros ao ponto de prejudicar a sua mina de ouro.
quanto aos campos de golfe, vou, durante o fim-de-semana, escrever um artigo com a minha opinião em http://comentaranossaterra.blogspot.com

Anónimo disse...

Meu caro Antonio Delgado
Permita-me que daqui, desta maravilhosa Baía de S. Martinho do Porto, comece por lhe enviar os mais sinceros votos de um FELIZ NATAL e um PRÓSPERO ANO NOVO.
Tenho lido com alguma atenção o seu blog e queria felicitá-lo pela forma como tem vindo a denunciar a todos que de boa fé estão, as loucuras que em nome do povo se vão realizando.
Por cá, por esta Terra, espantosa obra da providência que alguns teimam em desviar dos seus atributos divinos, tambem lhe quero agradecer os olhares que o António para nós tem deitado e que lhe permitem com a clarividência habitual, mostrar a todo o Concelho e não só, o que de bom e de mau se vai fazendo ou desfazendo.
Esse facto tem ajudado S. Martinho do Porto a recuperar um pouco do respeito que merece e que há muito anda arredio.
Tudo o que se possa fazer ou dizer será pouco para atingir esse propósito.Por isso o meu muito obrigado.
Antonio Inglês

Antonio Delgado disse...

Caro Alcobacense genético...
Este último designativo é muito interessante. Em primeiro lugar agradeço o seu excelente comentário que dá muito que pensar e falar: Não tem espinhas, é verdadeiro e muito directo, por isso a minha resposta será talvez longa, mas como o blog é um espaço para discutir a cultura passada e presente há muito que dizer por ser reflexo da outra.
Comecemos pelo termo paixão: independentemente das acepções que possa ter, pode-se demonstrar facilmente que, ele mesmo, é motivo para um longo e frutuoso debate. E pode ser uma ajuda mais, no diagnóstico ao amadorismo e empirismo de que a câmara dá sinais em tudo o que faz. Sinais que são extensíveis aos domínios da cultura e das acções mais directas com os munícipes. Infelizmente além das vacuidades habituais, dos espectáculos exclusivamente propagandísticos e das iniciativas de cariz excessivamente vulgares, nada de palpável é feito a não ser, como muito bem afirma, crimes contra o PATRIMÓNIO DA HUMANIDADE e, por simpatia, igualmente no seu dizer e no de muitos que infelizmente não postam mas afirmam igualmente que são CRIMES CONTRA A HUMANIDADE.
O “Zé” como refere, além da egolatria que possui, concentra em si todo o poder e está rodeado por pessoas que sobrevivem na politica pelo servilismo e bajulação, sem formação para desempenhar os cargos que ocupam…como ele mesmo! Parece vácuo e sem ideias. Nos subalternos compreende-se ainda a dependência porque alguns são pessoas com profissões monótonas e sem destaque... outros, segundo parece, nem profissão conhecida tinham! Nesta rapaziada a cegueira da idolatria é tanta que há quem afirme ser ao “Zé” que devem o que sabem e o que são politicamente. Estes retratos de imprensa são verdadeiramente antológicos, porque demonstram o estado de delírio e esquizofrenia devido à subjugação ao “Zé”. Depois o “Zé” parece ser surdo e mudo para com as populações além de invisual relativamente às normas e leis, “não pede licença a ninguém”, como diz e ostensivamente a imprensa faz eco. Perante semelhante quadro parece-me que, no mínimo, devemos estar na presença de um esquizotímico típico ou então de alguém que perdeu por completo a noção da realidade como parece verificar-se de ano para ano!
Sobre a muralha.
Novamente lhe dou toda a razão no que diz e também sobre as questões arqueológicas. À parte do que afirma, há também a intenção em Alcobaça de apagar qualquer vestígio anterior à ocupação dos frades. Seja dos períodos: neolíticos, metais, romano, visigodos ou árabe… há medo de pôr em causa a mitomania fradesca como o “diabo da agua benta” e isto é INTENCIONAL!
Para os atentados à arqueologia deveria de haver punição e exigir-se responsabilidades a quem fez os pareceres arqueológicos no momento das obras...se é que se fizeram… O parecer, tendo o aval positivo do “técnico”, que depois ninguém contesta, é a porta onde por vezes, muitas ilegalidades se escapam. Porque esse mesmo aval pode estar inquinado ou desvirtuado sobe a orientação de quem o encomenda. POR EXEMPLO: PRESSÃO SOBRE OS TÉCNICOS ARGUMENTANDO PRESSA NAS OBRAS; PRESSÃO SOBRE, SOBRE OS TECNICOS DEVIDO A EVENTUAL PERDA DE DINHEIROS; PARECER FAVORÁVEL PARA AS OBRAS SEGUIREM, PORQUE NÃO HÁ VESTIGIOS ARQUEOLOGICOS ASSINALÁVEIS; A OBRA TEM DE SER INAUGURADA PARA SE FAZER CAMPANHA; PREPOTÊNCIA TIPO DE BRAÇO DE FERRO ENTRE QUEM ESTÁ NO PODER, OPOSIÇÃO E OS HABITANTES, PORQUE ESTES “SÃO SEMPRE IGNORANTES” NO PENSAR DOS POLÍTICOS. QUEM MANDA SOU EU; ETC... AS VARIANTES DE PRESSÃO PODEM SER MUITAS!

Neste ponto é interessante verificar, como se pode ser parcial num estudo, com obras a decorrer e a imprensa como caixa de ressonância do poder a fazer circular alguma das ideias expostas atrás. A imprensa escrita nalgumas edições, afirmava pela boca do “ZÉ” que se podia perder os dinheiros comunitários chegando o “Zé” a INTIMIDAR os habitantes e as associações que seriam eles os ÚNICOS RESPONSÁVEIS se tal viesse a acontecer... Postas as coisas deste modo, tudo me parece estranho, até este tipo de intimidação quando o tal “Zé” fez uma coisa da sua livre recriação. Pouco consultou e nada DEBATEU, com a população e ainda pediu desculpas PUBLICAMENTE, por falta de diálogo. É compreensível a atitude dos comerciantes para com este tipo de autismo e, quem ama a sua terra como eles e querem o melhor para ela, têm mesmo que ficar indignado com semelhantes desfaçatezas. Obviamente, como gente civilizada que são, esperariam sempre de quem representa o concelho diálogo, decisões claras, abrangentes e precisas e com alcance para engrandecer quem vive nestas terras e o concelho. Mas não foi assim que aconteceu, o despeito e a desconfiança instalaram-se e continua.
Sobre a arqueologia, refiro ainda que a Adepa, uma associação que parece “comer” da Câmara, não tem voz desde há alguns anos. Nem sei se algum vez teve, e se os seus dirigentes a têm ou tiveram, agarrados que estão às benesses da edilidade. Um foi director da campanha eleitoral do “Zé” para a presidência. A câmara subsidia publicações, para que os membros desta “associação” publiquem os próprios “artigos”, outros talvez insatisfeitos com a sua profissão esperam, provavelmente, arranjar um suposto lugar num suposto MUSEU DOS COUTOS. Designação que ninguém minimamente credível em termos de história leva a sério ou dara crédito. Será um museu sobre homiziados como está indexado num dos significado do termo couto? Será sobre a história do crime no concelho e os perpetrados pelos frades às populações? Reviver o passado de ideias pré concebidas sobre os monges, infelizmente ainda faz delirar muitas mentalidades tacanhas, como parece ser norma nuns quantos que divagam sobre a História de Alcobaça. Francisco Zagalo pela boca de Bernardino Lopes de Oliveira admirava-se no século XIX em Alcobaça do “ estado intelectual e moral dos seus moradores (...). Em geral eram ignorantes, de trato grosseiro, e muitos suspiravam ainda com a infinda saudade pela época fradesca, em que por módico preço obtinham a farta pitança das rações que, pela abundância, os abarrotavam (...)”...infelizmente e pelos vistos ainda não foi ultrapassada esta mentalidade atávica dos séculos passados...mesmo em associações que se dizem culturais. Mas também me admira a total mudez dos partidos neste assunto… O Silêncio dos cordeiros é atroz!

Essa de em Portugal o projecto ser só do Byrne por causa dos fundos comunitários tem piada e é bem observada. Comenta-se que o projecto de Alcobaça foi dado como exercício na faculdade de arquitectura de Coimbra, na cadeira de projecto, ao quinto ano onde o dito arquitecto é prof. convidado. Infelizmente não posso afirmar, mas a ser verdade, estariam esclarecidos os erros do projecto e a suposta criatividade Byrneana de quem não sou apreciador; por razões estéticas, técnicas mas igualmente criativas. Depois como não é académico de carreira, a sua obra carece igualmente de suporte teórico como em qualquer arquitecto de referência.
Este ponto do arquitecto e da universidade de Coimbra liga-me a outro, o de não ter havido um concurso de ideias para Alcobaça.
E põem-me na cabeça certos pensamentos: será que havia lobbyes, construtores, departamento de Arquitectura de alguma universidade, engenheiros ou empreiteiros, por detrás de tudo isto? Depois as relações do arq. Byrne com o IPPAR que a imprensa tanto enaltecia, sabendo-se que outros projectos de outros arquitectos, para Alcobaça, como aqueles que estão expostos ao longo do rio que não tinham essa relação e foram rejeitados? E Coimbra? que razões ou intenções ou pensamentos andavam na cabeça do tal “Zé” com aquela instituição Universitária? Afinal Já existe em Alcobaça o tal pólo “com licenciaturas já programadas” como se afirmava em 2001 e o Mercoalcoa já se transformou em instituição universitária? Não haverá aqui muita coisa para aclarar sobretudo isto ?
O alcobacense também já deve ter verificado que este arquitecto FÊZ OBRAS (não requalificações), em câmaras do PDS? ALCOBAÇA, VISEU e tudo leva a crer irá fazer na NAZARÉ... Esta terra sim, foi dada num exercício de projecto, na cadeira que o referido arquitecto lecciona em Coimbra, aos alunos do 5º. Ano da licenciatura de arquitectura. O exercício ocupou um ano lectivo inteiro e designava-se “ Projecto Plano de Expansão Urbana da Nazaré”. Incluía a área do Sitio, Pederneira e Porto de Abrigo. Será que este exercício tinha por detrás a requalificação já anunciada pela CM da Nazaré? Será que o estudo foi realizado para fundamentar interesses imobiliários entre a marginal e a estrada nacional tendentes a alterar o plano director daquela terra? E a criatividade do arquitecto com exercícios dos alunos vai ficar patente? Se calhar teremos de perguntar, no Sitio, à Senhora da Nazaré!
Sobre prémios.
É preciso distinguir duas coisas completamente diferentes: A ARQUITECTURA EM FOTOGRAFIA E DESENHO e a arquitectura edificada. A última serve para resolver um problema urbanístico e social e deve de estar para além da dimensão estética. A solução deve de constituir em si a singularidade e o carácter inovador da proposta para solucionar um problema. Por isso um obra arquitectónica, CONSTRUÍDA, deve ANTES DE MAIS resolver um problema urbano e não amplia-lo. É neste ponto que reside a diferença da obra do arq.Byrne em Alcobaça. NÃO VEIO RESOLVER NENHUM PROBLEMA, na zona urbana, PELO CONTRÁRIO VEIO AMPLIAR OS QUE JÁ EXISTIAM.
Os elementos júri onde a obra dos dois arquitectos foi apresentada, não devem saber nem conhecer os problemas de Alcobaça, tal como quem encomendou a obra e o próprio Byrne. Um júri limita-se a analisar os desenhos, fotos e maquetas, e a ver se obedecem aos critérios de admissibilidade. O que está em analise são critérios meramente estéticos de fotos, maquetas e projecto de arquitectura...NÃO O PROBLEMA QUE O SUPOSTO PROJECTO DEVIA RESOLVER. Quanto julgo saber, o projecto não GANHOU NADA, não teve nenhum prémio do concurso, nenhum prémio especial...nem nenhuma menção honrosa! Estas são as definições das categorias de prémios como consta na página Web do encontro. OS NOMES DE FALCÃO/BYRNE NÃO CONSTAM NEM NENHUM alguém possivelmente anda a apregoar embustes!
Cordialmente
António Delgado

Anónimo disse...

Falando dos cogumelos.....
Sabe-se que os apartamentos ao nivel do terceiro piso dos edificios que estão na segunda e quinta fotos e que têm os cogumelos encostados ás respectivas varandas vão ser vendidos a Bombeiros Voluntários que verão assim facilitada a saída de casa de forma mais rápida, quando as sirenes tocarem...
Estes paisagistas lembram-se dos mais pequenos pormenores...
Tambem se especula sobre de quem será a autoria do projecto do elevador de S. Martrinho...
É que se for do mesmo autor da requalificação ficamos na expectativa para ver se o referido elevador ficará na vertical ou inclinado, semelhante a uma já célebre torre que pela entrada do Tejo está....

Anónimo disse...

GRANDES NOVIDADES NA MARGINAL DE SÃO MARTINHO DO PORTO
A requalificação já começa a dar os seus frutos.
Como por milagre fomos confrontados um dia destes de manhã com a certeza de que o executivo camarário já tinha chegado a conclusões relativamente ao tipo de árvores ou arbustos ou lá o que eles testaram...
Como o ar do mar dá cabo da maioria das árvores que ali forem plantadas devem ter concluido que o melhor seria plantar COUVES E BATATAS!
Isto é rigorosamente verdade, só não posso comprovar com foto porque quando lá fui para fazer o "boneco" alguem já lhe tinha feito a colheita.
Vão ter de plantar mais.
Alem disso darão mais trabalho à população de São Martinho que passará a vida a colhê-las na altura certa. Até pode ser que a quantidade dê para vender na praça.
Dois em um, nem mais.
Parabens Câmara Municipal de Alcobaça.
VENTOS DA BAÍA